La Diva Boxeur lançou Hard Candy para o mundo.
Que beleza
"Most people keep their brains between their legs"
Dia 11/05 estarei lá.
Te digo: sonho de infância realizado.
Sou fascinada pelo David Converdale e eu simplesmente amo
Whitesnake. E até que enfim vou vê-los ao vivo.
Não vejo a hora.
Ai ai.
(Júnia roendo as unhas porque vai ficar de
frente para o palco).
Disse Jay Cee
às 1:27 PM
(...)
Em breve teremos uma resenha altamente pretensiosa por aqui.
E"She's not me" é a minha preferida até o momento.
Quer ouvir? Clica AQUI.
I should have seen the sign way back then
When she told me that you were her best friend
And now she's rolling, rolling, rolling
And you were stolen, stolen, stolen
She started dressing like me
And talking like me, it freaked me out
She started calling you up in the middle of the night
What's that about?
I just want to be there when you discover
You wake up next to your new lover
She might cook you breakfast and love you in the shower
The flavor of the moment, 'cause she don't have what's ours
She's not me
She doesn't have my name
She'll never have what I have
It won't be the same
(It won't be the same)
I should have seen the sign when you were here
Under a different light, it's all so clear
She was stealing, stealing, stealing
And now you're feeling, feeling, feeling
She started dyeing her hair
And wearing the same perfume as me
She started reading my books
And stealing my looks and lingerie
I just want to be there when you discover
You wake up in the morning next to your new lover
She might make you breakfast and love you in the shower
The thrill is momentary, 'cause she don't have what's ours
She's not me
She doesn't have my name
She'll never have what I have
It won't be the same
(It won't be the same)
She is licking her lips
And she's batting her eyes
(She's not me)
She's got legs up to there
And such beautiful hair
(She's not me)
Oh, devoted for life
Make a beautiful wife
(She's not me)
If you spend some more time
I guarantee you will find
(She's not me)
I know I can do it better
If someone wants to pimp your style
And hang with you a little while
And make off with all the things you like
You're gonna have to watch it
She's not me
She doesn't have my name
She'll never have what I have
It won't be the same
(It won't be the same)
(Never let you forget)
She's not me
She's not me, and she never will be
(Never let you forget)
She's not me
She's not me, and she never will be
(Pharell sings)
Got a funny way of show your feelings
I guess it was some bullshit saying you love me love me
Guess my expectation hit the ceiling
When it come back it xx just trust me trust me
Wendy
She's not me
She's not me
She's not me, and she never will be
Disse Jay Cee
às 2:01 PM
(...)
Quando criança, lembro da euforia de algumas
amigas quando ganhavam um diário.
Normalmente era rosa, cheios de flores e criaturas
fofas estampadas nas folhas e na capa e com um
cadeado em forma de coração.
E uma chave charmosa e minúscula, claro.
Acho que esse detalhe arrematava tudo:
imagine, um lugar onde você poderia escrever
os seus segredos, protegido de tudo e de todos?
Não conheci uma pessoa que tivesse
tido perseverança nesses diários.
E eu nunca quis um.
Os motivos? Nunca gostei de coisas
“fofinhas e cor de rosa”.
E também a obrigatoriedade de escrever
o que eu sentia num espaço tão restrito...
Mas eis que hoje eu tenho um “diário”.
Não é rosa, não tem coelhos pulando e
muito menos cadeado: são 75 páginas em Word
– até o momento – e mais de 182 mil
caracteres digitados. E isso me espanta!
Esse “diário” começou há alguns meses
pela necessidade de extravazar certos
sentimentos e pensamentos – função
óbvia de todo diário, creio eu.
No meu caso, eu só comecei a escrever.
E tem sido assim.
E como os setores de nossa vida são
sempre entrelaçados, outros assuntos
acabam surgindo.
Eu simplesmente coloco a data e a hora
em que estou escrevendo e normalmente
nem leio o que escrevi antes.
Hoje me dei conta do montante.
E fui repassando trechos, lendo partes.
Relembrei sentimentos de meses atrás e ri das
minhas “declarações” destrambelhadas.
Um exemplo?
“E minha vida segue, nesse mar de lama da
demência em que eu resolvi chafurdar.”
*(risos histéricos de Júnia relendo isso)*
E pior que na hora isso foi sério!
Que imagem: “lama da demência”.
Escrever sempre foi terapêutico para mim.
Raramente comento meus assuntos íntimos e
quase sempre sou genérica.
Você, que fala comigo no dia-a-dia e me
conhece já há algum tempo, lembra de eu ter dito
algo realmente íntimo ? Ocasião rara.
E quando tento falar sou prolixa. Totalmente.
Dou voltas e não chego a lugar algum.
Então, escrever é minha saída.
Sou mais concisa quando escrevo, acredito.
E como é algo que ficará registrado, posso retomar
aqueles pensamentos e analisá-los mais tarde e é
o que tenho feito.
Há alguns anos, escrevi um “diário” parecido com esse.
Tantas coisas.
Enchi disquetes e mais disquetes (alguém lembra disso?)
com anotações sobre aquela situação.
Guardei tudo.
E um dia, numa dessas faxinas de feriado,
deparei-me com os disquetes.
Nunca pensei que me desfaria de forma tão prática
de todos aqueles sentimentos, pensamentos, amores
e dores guardados ali.
Mas fiz.
Eu sempre digo que o antigo precisa dar
lugar ao novo.
Mas escrever sobre isso tem me dado alívio
e autoconhecimento.
Houve vezes que pensei estar cultivando algo doentio.
Mas não: essa é a minha forma de desopilar.
Espero guardar esse meu “diário”.
Modéstia a parte, ele tem trechos ótimos.
Quem sabe o uso num romance ou em um roteiro,
quando tudo isso deixar de ter esse peso?
O dia que ELE não estiver mais aqui dentro,
ocupando um espaço não merecido.
Um dia, isso tudo se diluiará pelo mundo.
Eu espero.
Disse Jay Cee
às 4:47 PM
(...)
Na verdade, é que...
Portanto...
Nem dá pra pensar desse jeito.
Vai ser $o#=%&s lá...EM CASA!
(Período fértil. Relevem a demência)
Disse Jay Cee
às 1:43 PM
(...)
Meu nível de bizarrice - pelo menos aqui pelo blog -
ultrapassou os limites.
Não entendeu o vídeo?
Achou idiota e sem graça?
Tudo bem. Acostume-se: você é uma pessoa chata.
(amo sátiras de black metalers)
Disse Jay Cee
às 4:34 PM
(...)
O frio chegou aqui no Sul, tchê.
Minha memória climática é péssima – me pergunte
como foi o inverno passado e só vou
lembrar de dois fatos:
- Nevou por alguns segundos.
- Peguei sensação climática de – 7 graus.
E que quase congelei.
Ah, mas ontem saí à noite e, devidamente vestida
de esquimó, e senti o cheiro do frio pelas ruas.
Eu gosto das pessoas no inverno: eu as acho mais elegantes.
Botas e botas. Casacos. Pretos, marrons, cinzas, verdes
e cores sóbrias que eu adoro.
E os perfumes que uso somente nessa época:
acordei a pessoa mais perfumada do mundo.
As pessoas.
As comidas.
A minha cama quente e fofa.
Todos os dias vejo o mais lindo pôr do sol do
mundo e, embascada, esqueço de registrar em foto.
Lindo demais, gente.
O sol morrendo no Guaíba.
(Vozinha repressora na minha cabeça:
“Júnia, sua displicente, tire fotos!”)
Inverno é bom demais.
E eis minha nova aquisição:
Namorando essa bota desde o ano passado.
Não sou fã de coturnos, mas essa bota é linda.
Orgulhinho.
Alguém me dá um closet para sapatos?
Não cabe mais nada aqui.
Disse Jay Cee
às 12:10 PM
(...)
$4275.00
Adoro essas coisas.
Hahaha.
Disse Jay Cee
às 5:02 PM
(...)
Morrissey disse. Então, está dito.
(Pensando em alojar o meu no mesmo lugar. For a while.)
Disse Jay Cee
às 4:58 PM
(...)
